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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Da Lógica


A quem importar (nossa, que lástima, rsrsrsrs!) segue a mais recente obra do inconsciente, creio eu que mais próxima do consciente, mais irmã dele, ou sua igual. Como poderei explicar, Enfim, não ouso, ao menos não dessa vez, só deixarei essas lembranças infernais para amigos açucarados. Agucem o paladar com essa perola patética. 

Da Lógica (GUTO)



Olhe o semblante opaco ao olhar
Pois bem, olhe outra vez com olhos que penetram
Este semblante se perde no esmo do para si
Eis que lá impera os ditames do iconoclasta
O “IN criado” oblitera a forma do seguido a risco
Do adorado bovinamente.
Olhe o semblante e responda aos ventos
“Não, homem de bem, este não é algo meu”
Não olhastes com perspicácia de filósofo
De investigador das naturezas,
Homem das sabedorias secretas
Tudo eis forma e semelhança
Dos porões do inconsciente coletivo
Do interior caótico onde mais eu vivo.